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Demônio da Maleficidade

From The Hero of Realengo and the Legendary Street to Salvation: Horizons of a New Genesis Revival

"Eu vi ele, eu o vi. Ninguém acredita em mim, minha mulher disse que estou louco. Decidi esconder, menti para a minha esposa. Disse que eu tinha tido só um sonho bizarro... Não era um sonho. Era mais real que a realidade. Meu olhos me mostraram a verdade. Eu vi o Diabo, o Mal, o Maléfico. Preciso desabafar, contar meu maior segredo. Eu não deveria ter entrado naquela casa, naquela maldita casa.

Era uma noite fria, eu estava animado. Depois de 5 dias de viagens em negócio, eu estava animado para ver meus filhos. Infelizmente, o carro quebrou. Eu estava no meio do nada. Decidi dormir e procurar ajuda pela manhã. Em meu sonho eu tive um pesadelo. Eu sonhei que morria de fome na estrada, tentava sair do carro, mas não conseguia. Me acordei no meio da madrugada. Eu estava com meu relógio, nele marcava 2:12am. Com medo do meu recente pesadelo, eu sai do carro e fui checar meus arredores. Na distância, eu vi uma casa. Uma casa? mais para um barraco grande. Eu vi que dentro tinha uma luz. Acreditei que tinha mendigos lá dentro. Então decidi voltar a meu carro... Cadê meu carro? Onde estava meu carro? Eu lembrava onde ele estava, mas ali ele não estava. Eu não esqueci, ainda lembro do local onde meu carro quebrou.

Eu não podia ficar perdendo tempo procurando. Eu ia morrer de hipotermia se não conseguisse abrigo. Então, depois de muitas hesitações, eu decidi bater na porta do barraco. Ninguém respondeu. A porta continuou fechada. Chamei alguém pela porta, ninguém respondeu. Não havia alma viva nenhuma lá dentro. Com medo da escuridão noturna, puxei a maçaneta, e voilá, a porta abriu. Ela não estava trancada e, contra minhas éticas, entrei pela porta. O que antes parecia um grande barraco por fora, parecia uma mansão por dentro, com todas as luzes ligadas. Eu não sou designer de interiores, mas pude notar que era impecável os moveis e cada detalhe daquela bela residência. Com a ausência de qualquer morador, fui explorar os cômodos da casa. Ao entrar no quarto, notei uma anomalia bizarra que me deixou perplexo. A cama estava de cabeça para baixo no chão. Eu não estava preparado para dormir, então continuei a explorar. Ao ver o banheiro, senti um calafrio. a privada sanitária tinha 2 vezes o tamanho normal, e ainda era a única coisa que tinha no banheiro. Eu achei muito estranho isso. Saí rapidamente do cômodo e fui para a cozinha. A cozinha era o único cômodo que as luzes não estavam ligadas. Então estendi minha mão e, pelas paredes, fui tentando procurar o interruptor. Quando encontrei o interruptor comemorei com um curto grito.

Mesmo curto, ainda foi interrompido pelo suspiro que dei. Um rato gigante, do tamanho de uma pessoa estava em duas patas. Ele estava vestido como um membro de um culto, e em suas mãos segurava um furador de coco e uma torneira. Ele me encarou enquanto eu olhava ele paralisado. Ele não se movia. depois do que pareciam horas ele desviou seus olhos de mim, e calmamente, se retirou da cozinha. Eu estava aterrorizado e maravilhado. O que era aquilo? O que tinha acabado de ver. Ainda paralisado pelo medo, vi o rato voltando. Da mesma porta que veio o roedor misterioso, entraram mais 2. E depois mais 2. E em pouco tempo a cozinha estava cheia de ratos. Nesse momento eu percebi que estava cercado. Pensei que era meu fim. Morto por cultistas roedores. Porém, esse não era meu fim. O Maior roedor chegou a frente e disse "Sua morte não será hoje.", Eu estava muito assustado e me deitei no chão em posição fetal. Não acreditava o que estava vendo. "Levante-se agora, invasor curioso." disse o cultista. "Venha comigo agora.". Eu finalmente tomei coragem para falar "O que farão comigo?". "Siga-nos" insistiu o maior roedor. Com falta de opções, segui-los me parecia a única coisa para me deixar vivo depois daquele encontro maléfico.

Eles me levaram ao banheiro com a grande privada. Nele, os cultistas começaram a contar um conto em uníssono. Não lembro do que eles contaram exatamente, mas eu vou tentar resumi-la: "Existia a muito tempo uma caixa, não uma caixa qualquer, a Caixa criada pelo próprio sol Ela era linda e majestosa e ornamentada em ouro e prata. Para proteger a caixa, foram criadas criaturas belas e poderosas, capazes de impedir o mal. Em todas as manhãs, dentro da caixa aparecia um livro. Nos livros contavam a historias de poderosos reis, de impérios caídos, de ladrões lendários, de bestas incompreendidas e de homens humildes. As profecias escritas no livro eram de ser conferida e queimadas pelo líder dos guardiões. Mas um dia tudo mudou, o sol nasceu em tristeza ao ver que a caixa não tinha suas profecias. Com raiva dos guardiões, o sol os castigaram a nunca mais verem sua luz. Os guardiões ficaram sem amparo e foram perdendo sua impotência e sua beleza. Eles foram criados para servir, e não tinham mais mestre. Mas seus clamores por um novo suserano, ele apareceu derepente. E agora será mostrado a você." Eu não entendi a historia enigmatica.

Depois me levaram ao quarto da cama invertida. Entrei dentro do quarto com os meu captores e vi uma porta que não tinha visto quando explorei o quarto. "Abram a porta!" Exclamou o líder. Dois ratos robustos foram a frente e abriram a porta. Escondido pela porta, era uma sala mal iluminada por uma única vela vermelha. Então olhei ao centro da sala. Um corpo estava no centro dele. Eu olhei em seus olhos e tudo pareceu mudar. Caí no chão de olhos fechados. Algo muito errado tinha acontecido. Eu não abri meus olhos, mas senti uma presença maléfica. "Abra seus olhos" disse uma voz. Eu não podia ir contra sua ordem. ao vê-lo, não conseguir me conter. Chorei e vi diante de meus olhos algo horrível e majestoso. Algo que quero esquecer. Eu vi o Diabo. Seu corpo era feio e doloroso de se olhar, mas era poderoso de mais para não ser observado. Agora a única coisa que via era seu rosto infame. Me faz doer meus dedos escrever sobre ele. Então ele me olhou e disse "Teu filho". De repente, me acordei no carro. Era de manhã, ele estava ligado. Não havia nenhuma casa. Eu voltei a estrada e fui em direção a minha casa.

Era de tarde quando cheguei em casa. Minha esposa disse que tinha uma notícia trágica para me contar "Nosso filho morreu". Eu contei a historia para ela. Ela achou que eu estava enlouquecendo pela perda do menino. Eu não estava louco. Estava amaldiçoado. Então me retirei para uma casa que tenho longe da minha cidade. Aqui estou eu escrevendo esse diário. Eu vi o Demônio. Eu não sou louco"

Relato de Jake Blake. Encontrado em seu quarto privado em |██|██|████|

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